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Sexta-feira, 13 de Junho de 2008

Grandes verdades da humanidade: bugs em tecnologia

Não importa quantos testadores experientes você tenham e sua equipe. A sua mãe sempre vai achar um bug impensável!


Pelo menos a minha mãe consegue fazer coisas no Windows que nem o Bill Gates sonha! haha

Segunda-feira, 9 de Junho de 2008

Grandes verdades da humanidade: é impossível trabalhar em casas.

Se existe uma verdade absoluta e universal (diria até cósmica) é a impossibilidade de se trabalhar em casa (nem mesmo descansar!).

Na semana passada, estava meio ruim da gripe e decidi ficar em casa (quarta-feira). Pensei: "Vou adiantar alguns trabalhos pendentes, preparar um material e ler um texto".

Resultado: pela manhã fiquei resolvendo um problema no meu notebook (do trabalho!) e uma conta que a operadora de cabo havia feito cobrança indevida. Pela tarde, li UM PARÁGRAFO do texto e tive que resolver pelo menos dois problemas para a minha mãe e ainda lidar com a falta de internet (que me impossibilitou de ler os emails).

Não adianta. Você pode fazer o que quiser para tentar trabalhar em casa. Mas com certeza será exatamente no dia em que todos os planetas do sistema solar se alinharão e se voltarão contra você, fazendo TUDO dar errado.

Existe uma série no Multishow chamada "Cilada", que eu acho muito divertida. Um episódio o ator aborda exatamente isso, como é difícil tirar um dia de semana em casa para descansar ou trabalhar. Assistam e me digam se é ou não é verdade :)

Parte 1


Parte 2

Sexta-feira, 6 de Junho de 2008

10 erros que um chefe não pode cometer, por Max Gehringer

Bem interessante :)

Quinta-feira, 5 de Junho de 2008

Brasil x resto do mundo

Um assunto que costuma gerar situações inusitadas (que vão desde engraçadas até trágicas) geralmente está relacionado à diferença cultural entre dois povos. Hoje durante a aula conversei com alguns colegas a respeito e queria citar alguns aqui. Só por curiosidade e para pensarmos como é cada vez mais importante para nós que vivemos em um mundo globalizado e amanhã poderemos estar negociando com outras culturas.

+ Recentemente, troquei alguns emails com uma empresa indiana para tentar fazer uma parceria de outsourcing com eles. Lá pelas tantas, o CEO da empresa me falou: "Flavio, I will send you my picture with my son. Can you send yours?". Aquilo me soou TÃO estranho, que eu confesso que até hoje o indiano deve estar esperando a foto. Não sei ao certo o que isso tem a ver, mas ele mandou a foto dele com o filho... talvez seja um sinal de confiança. Não sei. Mas nós, brasileiros, dificilmente trocamos fotos entre homens!

+ Ainda sobre indianos, soube que certa vez uma executiva indiana esteve no Brasil. Ela gostava muito de fotografar. Lá pelas tantas, ela viu um prédio muito bonito em São Paulo e decidiu fotografar. Sua câmera não pegava todo o prédio, então ela decidiu ir andando pra trás... até chegar no meio da rua e morrer atropelada. Detalhe: na Índia, parar no meio da rua é algo que não costuma ser fatal.

+ Em uma convenção de executivos, um brasileiro e um português conversavam para trocar contatos. O brasileiro então falou: "Qual é o teu telefone?". E o português respondeu animado: "Nokia! E o seu?". O brasileiro então pensou... e deu uma gargalhada. O português fez cara de poucos amigos. Depois de algumas explicações, tudo ficou melhor. Mas o fato é que nós brasileiros temos a mania de querer que os nossos interlocutores ADIVINHEM o que queremos. "Qual é o teu telefone" é um diminuitivo para "Qual é o número do teu telefone". Os portugueses pensam de forma bem objetiva (e óbvia). Todo cuidado é pouco!

+ Certa vez li que um executivo estava em um hotel, em Portugal, e decidiu pedir uma pizza. Ele então pediu uma grande meia calabreza e meia muzzarela. O atendente falou que não havia pizza de muzzarela. "Como não?!?" gritou o brasileiro. Depois de muita briga, o brasileiro decidiu facilitar a vida do português: "Bem, amigo. Me dá então uma pizza inteira de calabreza, só que metade dela SEM calabreza". E o português respondeu: "Ok! Obrigado pela compreensão".

+ Quando você for para o Japão negociar com executivos japoneses, muito cuidado! Um executivo havia ido até lá para negociar com uma grande montadora, em uma viagem de cinco dias. Chegando lá, pretendia iniciar logo a reunião. Os japoneses quiseram fazer um tour pela cidade no primeiro dia. No segundo e terceiro dia, os japoneses mostraram todas as fábricas, passaram por todos setores de produção, mostraram os detalhes das suas empresas. No quarto dia, ofereceram um espetáculo cultural a ele. No quinto e último dia, no retorno para o aeroporto, o executivo japonês indagou o brasileiro: "Então, qual a sua proposta?". Resultado: o brasileiro, cansado e tonto com tanta coisa, acabou fazendo todas as vontades do japonês.

+ O povo alemão costuma ter origens fortes e são normalmente bastante resistente à mudanças. Em uma fábrica alimentícia no RS, um dos supervisores era alemão genuíno. Fazia todo o processo no olho, sabia exatamente a quantidade exata de cada porção. Ainda assim, de vez em quando falhava. A fábrica decidiu instalar uma máquina mais moderna, onde ele simplesmente entraria com o valor da quantidade e só precisava monitorar de tempos em tempos, se tudo estava ok. Para a surpresa da diretoria, descobriram que o alemão continuou fazendo tudo no olhômetro, dizendo que a máquina não era precisa e fazia tudo errado. A fábrica decidiu ouvir o alemão.

+ Um dos cases mais estudados no mundo é a volta por cima da Nissan, empresa japonesa comprada pela Renault, que estava indo para o buraco. Mas graças a um brasileiro, a empresa em 3 anos voltou a ser referência mundial. Uma das primeiras grandes medidas desse brasileiro foi acabar com um dos maiores paradigmas culturais do Japão: o conceito de que todos trabalham na mesma empresa por toda a vida. Para reduzir custos, foi preciso demitir milhares de japoneses e implantar uma mudança de conceito, onde a promoção não ocorreria mais por tempo de cargo, mas sim por resultados. O brasileiro (chamado Carlos Ghosn) enfrentou uma cultura milenar e, após ser visto com desconfiança (e até ódio) por parte dos japoneses, virou uma celebridade na terra do sol nascente.

+ Por fim, uma que não é sobre o mundo coorporativo, mas fala muito sobre a essência e sobre a cultura japonesa. O jogador e atual técnico da seleção Dunga, um dos primeiros brasileiros a ir jogar no incipiente futebol japonês, contou que certa vez o seu time se preparava para fazer a barreira em uma cobrança de falta do time adversário. O juiz marcou a posição da barreira e apitou a cobrança. O Dunga então começou a mandar todos da barreira avançarem, para dificultar a cobrança. E ouviu dos japoneses do próprio time: "Não! Não pode! Não pode!".

Causos de diferenças culturais existem aos montes. E isso mostra como é importante saber pelo menos um pouco em que território estamos pisando.

E você, caro leitor, conhece uma história divertida que envolve diferenças culturais? Conte para nós!

Um abraço

Quarta-feira, 21 de Maio de 2008

Atendimento ao cliente

Vídeo sensacional.

Confesse, você já não foi tratado assim na sua vida?

Segunda-feira, 28 de Abril de 2008

"O cliente sempre tem a razão"

Dizem que essa carta é real. Pelo texto, dá pra ver que é de Portugal.

Verdade ou não, é muito engraçado para dar uma aliviada no stress :)

Sábado, 26 de Abril de 2008

Produtividade x internet

Mais uma do Dilbert, que é excelente.

De tempos em tempos, um dos meus chefes volta com sua idéia mirabolante de cortar a internet do laboratório. Diz ele que todos seriam mais focados, pois não haveria MSN, páginas e afins. "Estão com alguma dúvida? Que busquem um livro então!".

Os outros coordenadores não levam essa idéia a sério. Também, gostaria de saber como um laboratório de pesquisa poderia produzir pesquisa SEM internet? Ou emails? Essa charge abaixo traduz isso perfeitamente!

Distrações no ambiente de trabalho

Uma das melhores coisas dessa semana foi que três membros do laboratório sairam para fora da sala, para o setor onde os mestrandos e doutorandos ficam. Casualmente eram as três pessoas que mais distraiam o pessoal com conversa e afins. São gente boa, mas para trabalhar parece que falta essa maturidade.

Essa charge do Dilbert mostra o tipo de funcionário que toda empresa deveria ter, para lidar com situações como as de distrações. Aproveitem!

Sábado, 19 de Abril de 2008

Pra descontrair

É um pensamento interessante esse... o que vocês acham? :)

Quarta-feira, 9 de Abril de 2008

Calvin & Haroldo e a síndrome do estudante

Essa sequência de tirinhas do Calvin (a tirinha que eu acho mais sensacional de todos os tempos) mostra de forma prática a famosa teoria da "Sindrome do Estudante", que é comum em qualquer projeto. Quem nunca sofreu isso com seus subordinados e seu cronograma? Trata-se da idéia de deixar tudo para a última hora, ou seja, realizar a tarefa apenas quando ela se tornar urgentíssima.

A sequência é hilária. Quem não conhece o Calvin e Haroldo, vale explicar que trata-se de uma criança de 8 anos extremamente imaginativa (o Haroldo, seu tigre, é um tigre de pelúcia que é o melhor amigo dele). Leiam a histórinha e se divirtam!