quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Vídeos sobre gestão / vida corporativa / etc

Vamos relaxar? Alguns vídeos então para rir e aprender!

Primeiro, o vídeo de um comediante explicando como NÃO usar o recurso do PowerPoint. É em inglês, mas vale a pena (mesmo se você não souber inglês, vai entender a mensagem!).




O próximo vídeo é de uma apresentação sobre os "skills" sugeridos por um consultor para você ser um bom apresentador. Bem interessante também.




Max Gehringer fala sobre "Relacionamento" no trabalho. Bem interessante!




Aqui, Max Gehringer fala sobre os "bonzinhos" no trabalho. Esse é muito engraçado e facilmente encontramos alguém assim na nossa empresa... é ou não é?




E pra finalizar, uma série feita para a internet que eu achei hilária e bem atrelado a nossa realidade: "Chad Vader". Sim! Darth Vader virou um gerente de supermercado. Quem entende inglês vai rolar de rir :) Tem mais episódios no youtube.




E você, leitor? Tem vídeos relativos a gestão / vida corporativa / etc para sugerir para nós? Envie o link por comentário ou então pelo formulário de contato!

Um abraço e espero que vocês aproveitem!

Volta ao trabalho... em ritmo frenético (na medida do possível)

Ontem, quarta-feira, foi o meu retorno ao trabalho. Logo de cara, descobri que o orçamento que eu precisava preencher para a próxima sexta-feira, e que que eu achei que seria trivial de preencher, necessitava de informações que eu não tinha.

Bateu o desespero. Todos os coordenadores que tem as informações estão viajando! Fiz o que eu pude e deixei o que eu não soube responder em branco. Na esperança de que os coordenadores retornem a tempo. Um deles retorna hoje a noite. Ou seja, teremos 1 dia para completar o orçamento.

E para "melhorar", tenho outro orçamento importante para preencher até a próxima terça-feira!

Eu gosto de planejar, mas assim é covardia! :)

Felizmente é bom ter a sensação que finalmente eu poderei realmente responder pelos projetos... já que eu que estou fazendo praticamente todo planejamento de RH, escopo, comunicação, cronograma, etc. e não caindo de para-quedas ou tapando buracos!

Aleluia, irmãos!

Abraços

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Cursos online da Yale, MIT...

A VEJA este semana publicou uma matéria sensacional!!

Diversas universidades americanas estão abrindo cursos online, totalmente de graça. E o melhor, é possível se comunicar com os professores.

Dei uma olhada nos cursos do MIT (de gestão) e fiquei alucinado com o que eu vi. Ainda não naveguei a fundo, mas olhem alguns dos cursos:

Managerial Psychology

Practical Information Technology Management

People and Organizations

Data, Models, and Decisions

Communication for Managers

Entre diversos outros. Já vi que terei bastante material para buscar... isso que só pesquisei no MIT! :)

Os sites que a Veja publicou são:

Universidade de Yale


MIT

Universidade da Califórnia

Universidade Stanford

Instituto de Tecnologia de Paris

Façam bom proveito!

Abraços

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Horário de trabalho. Fixo ou flexível?

Este blog não é mais atualizado. Veja o novo blog em: www.agileway.com.br

Um assunto que surgiu na lista de discussão agile-brasil foi muito legal. Debatemos sobre a utilização ou não de horários flexíveis de trabalho, onde se adotam metodologias ágeis.

Vou dar o meu pitaco neste assunto.

Adotar um horário fixo é um dos princípios mais comuns em qualquer empresa, principalmente no setor industrial. Lá é óbvio: tudo tem hora pra entrar e sair... qualquer minuto perdido equivale a produtos perdidos.

Mas no setor da tecnologia, principalmente de desenvolvimento de SW/HW ou P&D, isso pode ser algo meio estranho. Sabemos que o perfil das pessoas que compõem estas equipes são bem diferentes dos usuais. Eu, por exemplo, tenho um subordinado que é um cara muito inteligente. Mas ele diz que só funciona à noite! Isso, pra ele, é prejudicial à saúde (aliás, poderia dizer que a maioria dos desenvolvedores desse perfil tem vida curta hehe). Como então barrar essa criatividade dele? Vou mudá-lo para fazê-lo funcionar durante o dia?!

A grande maioria das empresas que adotam horários flexíveis possuem metas semanais para serem cumpridas. Ou seja, você tem que cumprir 20h semanais. Faça seus horários. A Dell, pelo menos no setor de P&D, era assim quando eu tentei fazer um estágio lá. Vendo da visão dos funcionários, é um excelente negócio: poder se organizar da melhor maneira possível, adequar os seus horários para que problemas pessoais não afetem os profissionais.

Mas....

Do ponto de vista do empresário/gerente/diretor, o horário flexível pode se tornar um problemão!! As empresas dependem muito de seus funcionários (principalmente os objetos deste blog, as pequenas empresas). Então imaginem as duas situações abaixo e pensem que vocês não conhecem alguma empresa que já vivenciou isso:

Situação 1:

Gerente: "Joãozinho, onde está o Ricardão? Preciso do parecer dele para fechar a compra dos componentes ainda hoje!!"
Joãozinho: "Ahmmm... ele não veio hoje."
Gerente: "COMO? Eu preciso da resposta dele hoje!"
Joãozinho: "Ele disse que compensa esse dia perdido amanhã."
Gerente: "Ok... fazer o que."

Situação 2:

Gerente: "Joãozinho, o Ricardão encontra-se? Precisamos apresentar um demo do sistema para um possível cliente que iremos visitar hoje! O diretor comercial conseguiu esse encontro!"
Joãozinho: "Ih, chefe. Ele não veio..."
Gerente: "E tu sabes mexer no sistema?"
Joãozinho: "É... até que sei... mas o Ricardão seria mais indicado."
Gerente: "Ok... fazer o que."

Notem como a questão horário flexível precisa ser MUITO bem administrada pela empresa. A comunicação se torna mais difícil. E, sabemos, que a comunicação é tudo!! E no mercado tecnológico, essas situações ocorrem constantemente.

Enfim, é preciso balancear bem o que você pretende implantar na sua equipe. Garanta que pelo menos por parte do tempo diário, você tenha a certeza que TODOS da equipe estejam disponíveis na empresa. Assim, ao menos, você saberá quando poderá encontrar alguém.

Afora isso, pratique a "Daily Scrum" com sua equipe, mesmo que você não aplique o SCRUM. Garanta que diariamente você reuna sua equipe durante 15 minutos para que todos respondam: "O que eu fiz ontem?" "O que eu farei hoje." "Qual são meus impedimentos?"

Eu GARANTO. Essa simples mudança irá causar um efeito bem positivo em sua equipe! Seja ela do nivel que for.

E você, caro leitor? Como lida com sua equipe na questão de horários? Deixe seu comentário!

Abraços

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

De volta!

Pessoal!

Estou de volta. Depois desse tempo todo fora (férias) agora pretendo atualizar pelo menos 1x a cada dois dias.

Ainda vou estar de férias (até o dia 18) mas onde irei terei mais tempo :)

Abraços!

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Artigos no LinkedIn

Pessoal,

publiquei alguns artigos que coletei na seção Q&A (question and answers) do LinkedIn. São diversos assuntos com respostas de outros membros.

http://www.4shared.com/dir/5516845/1cf682c8/LinkedIn_Articles.html

Vale a pena! Tem algumas coisas bem legais. Inclusive dá para vocês imprimirem e ler em momentos mais à vontade!

Um abraço

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EDITADO:

Pessoal, para fazer download dos materiais, usem o link do lado direito do menu.

Abraços!

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Empresas vs. Pessoas (2)

Este blog não é mais atualizado. Veja o novo blog em: www.agileway.com.br

O post rendeu dois comentários bem interessantes (vocês podem acessá-los para ler).

Antes de mais nada, quem acompanha o meu blog sabe o quanto eu tenho de preocupação com a questão PESSOAS. Eu trabalho no nível tático, então tenho que agradar aos funcionários e à diretoria, e ao mesmo tempo lutar para eu mesmo estar motivado para realizar isso. Não sou, nem nunca serei, um extremista ou mesmo adepto de técnicas que visem controlar ou manipular pessoas nas empresas.

Sou daqueles que pensa que um funcionário desmotivado é uma das piores coisas que uma empresa pode ter. Se você duvida, veja meus posts anteriores e veja se estou mentindo :) Aliás a própria idéia do blog, de mudar a pequena empresa onde trabalho, visou exatamente mudar o tripé: pessoas, processos e conhecimento. E é isso que você encontrará neste blog, sempre!

Voltando aos comentários:

O Francisco publicou o comentário sobre o assunto no seu blog. Ele concordou comigo na maior parte da minha visão, inclusive indo mais a fundo no conceito. Inclusive fala de um conceito bem-humorado e interessante para mensurar se a sua empresa está no caminho certo ou não. É o chamado "Truck number", ou seja, quantos funcionários da sua empresa precisariam ser atingidos por um caminhão para que a empresa afundasse. Se o número for pequeno, a empresa tem sérios problemas.

Essa questão de conhecimento x funcionários é crítica para algumas empresas. Que tal a Coca-cola? Quantas pessoas vocês acham que conhecem a fórmula da bebida? São poucas, duvido que passem de dez! Dez pessoas, para quantas milhares de pessoas que trabalham na empresa? Agora imagine se essas dez pessoas estivessem naquele vôo da TAM, que caiu em Congonhas? Qual seria o impacto para a empresa? Por isso é comum que algumas empresas obriguem seus executivos a viajarem em vôos separados.

Se isso é crítico para grandes empresas, o que dizer para micro e pequenas empresas?!? É este o ponto que eu defendo no meu artigo anterior.

E talvez seja esta a confusão que o Ronan não tenha entendido quando fez o seu comentário. Aliás, um excelente comentário.

Ele levanta questões da administração atual que foca como principal ativo das empresas, as pessoas. Levanta conceitos sobre motivação, retenção de talentos, rotatividade, etc.

Eu concordo com a grande maioria do que ele disse. E reafirmo: eu penso como ele pensa. A grande questão é, novamente, que este artigo visa apresentar a relação entre MICRO e PEQUENAS empresas com seus funcionários. E neste cenário, a coisa muda bastante de figura!

Pesquisas apontam que as micro e pequenas empresas correspondem a mais de 90% do mercado mundial! Tendo isso em vista, podemos imaginar que a grande maioria das pessoas atua em micro e pequenas empresas.

Transferindo este cenário para o contexto brasileiro, a coisa fica mais preta ainda. Agora falamos sobre burocracia. Uma micro e pequena empresa precisa de mais de três meses para conseguir funcionar legalmente. Após isso, precisa lutar contra a falta de incentivos do governo (quem vive com tecnologia sabe da dificuldade em ter equipamentos de ponta, já que a "pequena taxa" de importação gira em torno de 60%). Afora isso, temos os impostos e encargos trabalhistas. Pesquisas comprovam que empresas simplesmente torram de 4 a 5 meses de sua receita com impostos e encargos. Resta às pequenas e micro empresas investirem em estagiários.

Mudamos para outro contexto, o da tecnologia. Afora o problema dos equipamentos, já citados acima, temos ainda a questão da mudança constante que o mercado possui. Novidades surgem diariamente. O seu celular de hoje, por exemplo, estará saindo de linha daqui um mês. As pequenas e micro empresas vivem, então, num mundo conturbado... se elas param para respirar, as outras empresas passam por cima. O tempo é escasso, as dificuldades são enormes.

A coisa tá ruim? Pode piorar!

Como a grande maioria das empresas vivem de estagiários, temos uma questão bem interessante. A grande maioria dos estagiários vêem as pequenas empresas como "trampolins" para suas carreiras. Normalmente os estagiários possuem a faixa de idade de 18-22 anos. São jovens, muitos ainda sem noção exata de compromisso e responsabilidade (ainda bem que existem exceções, como eu mesmo já convivo com alguns!).

São jovens brilhantes, na maioria. Mas que tendem a não "se acomodar" em ficar em apenas uma empresa. Eles sempre querem novos desafios, novas realidades, novos projetos. Então eu pergunto: como a pequena e micro empresa deve agir para conter essa inquietação destes funcionários?

A sobremesa, desse legítimo banquete indigesto, pode ser a própria faculdade/universidade. Quem aqui se formou em exatas, como tecnologia e engenharia? Agora pense um pouco no seu período de faculdade e me responda: quantas aulas você teve sobre comunicação? Quantas vezes (fora o seu trabalho de conclusão do curso) você foi incentivado a escrever ou estruturar seus trabalhos e pensamentos?

E a cereja da sobremesa: você seria capaz de descrever tecnicamente como funcionava o projeto em que você atuou há dois anos atrás?

Obviamente não. Não sem ter alguma referência para consultar. Mas isso é importante pra você? Possivelmente não. Mas e para aquela pequena empresa, onde você atuou, isso não é importante? Afinal, ela vive apenas deste projeto!

Não sei se consegui agora contextualizar bem o cenário. Mas acho que consegui passar para você, caro leitor, como uma pequena e micro empresa precisa lutar contra tudo e contra todos para sobreviver no mercado.

Estima-se que mais da metade das pequenas empresas morrem após 7 anos no mercado. Será que é por funcionários desmotivados ou por falta de conhecimento? Está aí um bom assunto para um trabalho de conclusão :)

Um abraço a todos