segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Posicionamento... você sabe qual é o seu?

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Estávamos discutindo numa das aulas de marketing no MBA sobre um assunto que está diretamente ligado ao nosso marketing pessoal: posicionamento.

O assunto iniciou com o conceito de posicionamento, no Marketing tradicional, ou seja, como as empresas querem ser vistas pelos seus clientes. Foram demonstrados alguns exemplos de marcas e tínhamos que falar a primeira coisa que viesse na cabeça. Exemplo:

Brastemp: Qualidade, "Não é uma Brastemp"

CCE: Tecnologia ruim, equipamento popular

Mastercard: "Não tem preço"

FEDEX: Agilidade, qualidade, "Wilson e Náufrago"

Então começamos a discutir sobre o posicionamento na nossa vida profissional. E isso está ligado diretamente a como as pessoas nos vêem. Se você lembrar da janela de Johari, conceito de feedback, seria o quadrante "como os outros nos vêem / desconhecido para nós". Você já parou para pensar nisso?

Quando alguém menciona o seu nome, para alguma atividade, como os outros reagem? Pense na situação a seguir: seus chefes estão discutindo sobre sua nova alocação e um deles o sugere para um projeto novo e desafiador. Qual seria a reação do outro chefe?

Pois esta reação é exatamente o nosso posicionamento. E mudá-la é uma tarefa que depende exclusivamente da gente. Ou vocês acham que uma "CCE" não luta com todas as forças para fugir do esteriótipo que recebeu?

Agora numa coisa nós todos temos que concordar. Pior do que ter um posicionamento negativo é simplesmente NÃO TER um posicionamento. Já pensou se quando comentam sobre seu nome, ninguém consegue classificá-lo? "O Flávio? Ahmm... pois é."

Uma boa coisa para pensarmos para essa semana.

Um abraço!

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Propaganda

Coordenador de Projetos (pleno)
Requisitos: Ter atuado como Coordenador no mínimo em dois projetos. Conhecimento de Gerenciamento de Projetos, Coordenação de Equipes, Framework (Struts , Axis), Servidores de Aplicação (Websphere), conhecimento de SOA, conhecimento de Portais, Padrões de Projetos e boas práticas de JAVA (MVC,Conceito de Camadas), Redes, Orientação a Objetos,Metodologias ágeis, SQL ou PL/SQL, Sistemas De versionamento Subversion e CVS. Inglês Fluente. Ensino Superior Completo , desejável Pós-Graduação. Remuneração a combinar


Faltou um "Desejável ser parente de Deus". Mas o mais divertido é saber tudo isso e "remuneração a combinar". Sabemos o que isso significa né? hehe

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Negociação de salário

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EDITADO:
Estou mudando a minha forma de expressar os valores, pois houve muita confusão (que idéia absurda a minha fórmula). Parece que eu aceitei redução salarial hehe OBS: Nosso salário anterior era bem inferior ao mercado, então os aumentos não são abusivos, pode acreditar.


Hoje tive um dia tenso e importante. O dia da negociação do meu salário. Esse é um dos momentos mais complicados no mundo corporativo. É difícil imaginar que todos entrem na reunião tranquilos de suas posições. O atrito sempre vai ocorrer, embora no meu caso o atrito tenha sido bem pouco.

Anteriormente a reunião, eu e o meu colega havíamos combinado nossa posição. Usei algumas técnicas de negociação para isso.

QUEREMOS: 94% de aumento por 8 horas (X+3)

NOSSO OBJETIVO É: 66% por 8 horas (X)

ACEITAMOS: 55% por 6 horas (X-1)

ACEITAMOS: 38% por 4 horas (X-2)

CAIMOS FORA: 27% ou menos (X-3)

O que isso significa?

"Queremos" indica o valor que iremos começar a reunião. É aquele valor que indica nossa aspiração futura, mas sabemos que será difícil de atingir. "Nosso objetivo" indica o valor com o qual iremos fincar nossa posição. Iremos lutar MUITO para conseguir isso. "Aceitamos" indica aqueles valores um pouco abaixo, que a gente até aceita, mas deixamos claro que não ficamos satisfeitos ou que merecíamos mais. "Caimos fora" são os valores que a gente nem considera... já que a própria empresa está nos desvalorizando.

Eu e o meu colega nos armamos com alguns dados interessantes. Se você quiser, pode baixar na seção de downloads do site as médias salariais de gerentes de projetos e de profissionais de TI (esse último, eu confesso que está bem inflacionado!). Além disso, nos preparamos levantando questões como a nossa formação, nosso tempo de casa e resultados no período, projetos, etc.

Depois, analisamos quais seriam as situações que enfrentaríamos. Sempre consideramos o caso ruim, onde eles ofereceriam 38% por 8 horas. Nossa meta seria tentar chegar o mais próximo do nosso objetivo, que era 66% por 8 horas. Caso não houvesse acordo, iríamos trabalhar na segunda variável, as horas de trabalho.

Então, fomos convocados pelos diretores. Na planilha que enviamos para eles, o valor que sugerimos para nós era de 94% por 8 horas ("queremos"). A idéia era realmente mostrar e justificar as nossas expectativas, que era um valor aderente ao mercado.

Eles nos chamaram. Ao entrarmos na sala, notei que os três diretores estavam meio desconfortáveis... um olhava para o celular, outro mexia as mãos e o outro estava bem irriquieto. Era um sinal de que nosso 94% não seria o oferecido... a dúvida era, qual será o valor então?

Começamos a reunião com os diretores fazendo aquela milonga de "vocês são muito importantes, por isso a reunião é delicada, queremos mantê-los, não é que não vamos valorizá-los... achamos que vocês merecem aquilo que pediram... bla bla bla". Discutimos sobre questões mais macro por alguns minutos... inclusive sobre equipes que comporão o projeto. Discutimos como funcionarão as atividades... enfim, um legítimo balão para justificar valores.

E então, o valor. E eles deram mais uma enrolada e falaram:

"Bem, na atual situação, como temos uma verba de projeto que deverá compor boa parte do RH, o valor que conseguimos chegar para vocês foi de 66% por 8 horas."

Sim, exatamente o LIMIAR INFERIOR do nosso "aceitamos", com a diferença na carga horária (maior do que prevíamos). Na hora já demonstramos um pouco de descontentamento. Comentamos sobre mercado, responsabilidades... mas infelizmente não entramos na questão de formação/experiência (acho que teria sido interessante).

Eles então vieram com a idéia desse valor ir aumentando conforme a produtividade. Foi uma deixa legal para mim.

Fiz a simples questão: "Ok, mas o que vocês consideram produtividade? Como isso vai ser medido? Vai funcionar para a empresa e para o grupo?".

E então dai todos opinaram e deram suas posições, mas claramente NINGUÉM soube responder isso. Eu citei então que até mesmo empresas como AMBEV e GERDAU, que são enormes multinacionais, tem algumas dificuldades para definir indices de produtividade. Além disso, comentei de um projeto em que eu e o meu colega estávamos. Eu e ele saimos de um cliente e no dia seguinte passamos a limpo a reunião, discutimos a proposta e... nada. Só depois de UM MÊS é que os diretores solicitaram o nosso documento para fazer uma proposta ao cliente. Ou seja, como avaliar uma produtividade se o gargalo será sempre da (des)organização da empresa?

O meu colega então resolveu participar falando diretamente sobre os valores. Perguntou se a proposta era final ou se iríamos negociar. E eles falaram que não havia como negociar... aquele valor era o final. Aqui foi um dos momentos mais difíceis da reunião. Havíamos combinado que fincaríamos o pé para tentar subir o salário. Só que acabamos descobrindo que a oferta inicial deles seria de 27%!!!!!! Então eles subiram para 38% pouco antes da reunião. Por MUITA sorte deles, eles não ofereceram esse 27%, pois senão também seria inegociável para nós... iríamos cair fora, com certeza.

O meu colega esperava que eu ficasse ao lado dele para negociar um aumento. Só que para mim, havia ficado bastante claro que eles não aumentariam. Nós iríamos brigar pelo aumento, mas nunca chegaríamos em 66%. Na minha opinião a gente passaria de 38% para 40% ou 42%. E sinceramente, eu não acho que valeria criar um atrito por tão pouco.

Como eles comentaram que a idéia é de que a cada 6 meses / 1 ano ocorra um reajuste, eu assumi para mim o seguinte: dentro de 6 meses irei solicitar o reajuste. E isso que me guiará nas decisões futuras.

Eu resolvi então adequar a proposta ao mais próximo do nosso limiar. 38% por 8h era inviável. Então comentei que nossa proposta seria de 38% por 6h (no início, seria 4h, mas obviamente, nas circunstâncias apresentadas, isso não aconteceria). Foi um momento de desconforto para os diretores, agora... eles ficaram se entreolhando, conversaram um pouco... e aceitaram.

Logo, acabamos fechando por 38% por 6 horas. Só que na minha visão, dentro de 6 meses eu estarei batendo na porta deles, solicitando um reajuste para 66%. E daí sim serei bastante exigente.

Algumas coisas que foram ditas na reunião pelos diretores e que valem a pena serem registrados aqui. Obs: eu não lembro se cheguei a falar alguma coisa que me arrependi... acho que me arrependi de não ter replicado alguma das frases abaixo.

a) "Vocês tem que lembrar que também existem muitas pessoas que tem muito mais experiência que vocês e que estão ganhando mais, no mercado".

RESP: EU NÃO RESPONDI ESSA!!! Nossa, como eu me arrependo. MUITO. A resposta seria simples: Como é?? Eu sinceramente não conheço NINGUÉM em TI do nosso nível que esteja ganhando menos. NINGUÉM. A nossa proposta objetivo era simplesmente a média do mercado. O que eles nos ofereceram era MUITO INFERIOR. Mas aceitamos por motivos alheios, além da redução da carga horária. Ah sim, e por favor... eu também conheço muita gente que está trabalhando de graça. Isso é parâmetro? Numa reunião de TI usar essa frase é dar cinco tiros no pé. E EU NÃO APROVEITEI!!!!

b) "A produtividade não pode ser medida por projetos finalizados. Senão vai gerar conflito... o Flavio vai querer saber porque o colega dele tem mais projetos, ou vice-versa".

RESP: Droga, outra que eu não respondi. Essa foi dita até de forma "inocente", assim por dizer. Pois não é nada que iria ocorrer. Só que, como assim "conflito"? Poxa, eu me senti comparado com uma criança mimada brigando com o irmão por um brinquedo. Mas ok, essa até não me arrependo pois não influenciaria em nada.

c) "O valor de X+3 que vocês querem, se conseguirmos alavancar a empresa, vocês poderão estar recebendo ao final do projeto, daqui 3 anos".

RESP: Opa, essa eu me arrependi também! A resposta é bem fácil também. Senhores, dentro de três anos eu espero estar ganhando 122%!

Enfim... fazendo um balanço da reunião, acredito que não conseguiria definir como ganha-ganha, perde-ganha, ganha-perde. Foi um empate com ligeira vantagem para eles. Só que com a diferença de que dentro de 6 meses iremos bater na porta deles. Para chegar em 66%. E daí seremos incisivos.

Eu considero que fui tranquilo. Estava mais tranquilo do que eu imaginei. Talvez por estar ciente da minha posição e também ver que o nervosismo era DELES e não nosso.

Espero que essa minha pequena história de negociação de salário possa dar uma luz para meus leitores que possam vir a passar por essa situação.

O que eu posso dar como dicas finais são:

1) Tente definir uma estrutura similar aquela que eu descrevi. Queremos, objetivo, aceito e caio fora. Isso vai ajudar vocês a se balisarem nas suas decisões.

2) Procure levantar dados do mercado e dados concretos sobre suas contribuições. Vale número de projetos, resultados alcançados, tempo de casa, habilidades, etc.

3) Com base no cenários do item 1 levante cenários. "Se eles oferecerem isso, o que faço? O que apresento? Como argumento?". Defina principalmente como agirá para os casos terríveis, como eles te oferecerem o "caio fora".

4) Tente de toda a maneira embasar a posição do valor "objetivo". Mas comece sempre citando o valor "queremos/quero". Se você começar direto pelo "objetivo", você corre o risco do seu chefe achar que você está dando o valor máximo e daí nunca vai chegar nele. Use o "queremos/quero" como base de que você merece. E tente ser difícil para aceitar o objetivo. E dai aqui sim, seja bem incisivo. Só baixe disso, se conseguir outras vantagens (como no meu caso, carga horária).

5) Se por ventura o seu chefe chutar o limiar baixo, e disser que é inegociável, daí você poderá tentar arriscar o item 4 ou então negociar somente benefícios e perspectivas. "Ok, aceito temporariamente. Mas dentro de 3/6 meses quero negociar".

6) Seja sempre honesto e transparente. Argumente e questione. A reunião ideal é que seja um GANHA-GANHA, com todos saindo da reunião com a sensação de que estão satisfeitos.

7) E nunca, mas NUNCA leve a reunião para o lado emocional. NUNCA! Evite a todo o custo usar frases como "eu estou me esforçando muito aqui dentro" e afins. Você perde toda a credibilidade... esse foi uma das primeiras coisas que eu e o meu colega cortamos fora da nossa pauta: nada de emocional.

Eu não sou um especialista no assunto, mas com base no que li e que vivenciei hoje, principalmente, posso deixar essas dicas para vocês.

Espero que gostem.

Um grande abraço

Efeito globalização

A globalização tem efeitos engraçados nas nossas vidas.

O caso do meu cunhado: ele trabalha em uma consultoria multinacional. Passou a segunda-feira INTEIRA sem poder trabalhar. Motivo: a sede da empresa que gerencia todas as contas de emails e intranet, nos EUA, foi afetada por um desses furacões que ocorreram lá. Caiu todas as conexões e como eles usam muito o webmail, ficaram sem internet!!

Absurdo isso, não? Agora vem a pergunta... será que isso foi levantado na questão de "riscos"?

Agora a outra pergunta: será que VOCÊ levantaria essa situação como um risco?? hehehe

Abraços!

Renault x GM

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Carlos Bichara Ghosn é um dos grandes executivos e líderes mundiais. Ele foi o responsável pela milagrosa ação para salvar a Nissan, intitulada NISSAN 180. Hoje é presidente da Renault.

Durante uma aula do MBA, discutíamos sobre tomadas de decisão de executivos. O professor comentou que o Carlos BG costuma tomar decisões em minutos. Uma equipe vem sugerir um novo modelo e ele apenas aprova ou não.

Daí uma colega perguntou:

- Professor, por que a GM demorou tanto para entrar no mercado de utilitários?

E ele respondeu:

- A Renault trabalha na forma que citamos. O Carlos BG aprova ou não as decisões em 5 minutos, no máximo com base em várias informações de qualidade (e também por estar cercado de pessoas exemplares). A GM, cada sugestão como a inclusão de um novo modelo, passa por uma comissão de avaliação, tem um vasto estudo, etc.

Para pensar... :)

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EDITADO: uma entrevista (em inglês) com o Carlos BG

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

"15 anos de casa..." e outros chavões dos chefes..

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Na sexta-feira eu e o meu colega tivemos uma reunião bem informal com o meu chefe. Estávamos discutindo sobre o novo projeto que entrou (e que o pagamento já foi feito). Discutimos sobre a equipe, perfil, valores (salários da equipe e nosso), etc. Sem se aprofundar muito, bem informal mesmo. Tanto que em seguida já estávamos falando de outros assuntos.

O que me chamou a atenção foi que por diversas vezes o meu chefe utilizou a expressão "Olha, eu tenho 15 anos de casa", também variando para "15 anos de janela" ou "15 anos vendo isso acontecer". Isso me chamou a atenção mais ainda quando ele brincou sobre as reuniões que eu estava organizando (usando o SCRUM). "Me assusto só de ver aquele monte de papel que tu usa!", foi um dos comentários.

Felizmente eu tenho a certeza que em pouco tempo ele vai começar a entender o motivo da papelada. É aquele conceito do "always visible", ou seja, escrevemos user stories em papel, criamos a taskboard física e tudo mais, exatamente pela simplicidade de acessar os dados e informações. Nada melhor do que ter tudo isso fisicamente presente ao lado da equipe. E daí fica aquela questão: valeria a pena passar tudo para o computador, e depender de que o time veja isso diariamente? Eu tenho dúvidas que isso aconteceria ("pelos meus 4 anos de casa" hehe).

Voltando a essa frase, eu comecei a pensar quantas pessoas devem possuir chefes que realmente pensam e agem dessa forma.

Eu tenho xx anos de casa, portanto...

... sei que isso não irá funcionar!
... não sei para que manter essa mudança!
... conheço todos os processos!
... acho que as coisas funcionam da forma que estão!

E assim vai.

Será isso arrogância? Auto-suficiência? Resistência à mudança? Acho que depende de chefe para chefe. O meu eu acredito que não seja nenhum desses, mas ele costuma utilizar outra frase que me deixa realmente LOUCO nas reuniões.

"Para desenvolver esse [sistema/banco de dados/tarefa/etc] eu acho que uma semana está mais do que bom".

O pior é que ele costuma falar que "Nos meus pequenos conhecimentos de banco de dados..." e dai depois termina com um "acho que o desenvolvimento dele é simples e demora 3-5 dias".

Enfim, chefe que é chefe vive de chavões. O grande problema é quando ele leva isso tudo a sério demais. E quando nós, os gerentes e colaboradores, somos efetivamente cobrados devido a esses chavões...

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Rápido resumo da semana

Pois então, essa semana foi bastante corrida, vou resumi-la aqui em poucas frases:

+ O meu chefe (aquele do email ... ), não é que ele colocou os pingos nos i's para os outros diretores? Falou da necessidade real de marcarmos uma reunião para discutir equipe, comunicação, motivação, etc. EXCELENTE!

+ O meu projeto atual está recebendo muitos elogios por estar totalmente nos trilhos. E isso não significa "controle" mas sim que o projeto está agradando aos diretores E principalmente ao cliente! E eles me vêem bastante motivado no projeto, o que passa uma sensação de que tudo está muito bem. E atualmente está! :)

+ O nosso projeto de pesquisa foi aprovado!! A verba acabou de ser depositada. Aleluiaaa! Agora poderemos montar uma equipe de verdade!

+ No meu MBA estou tendo aula de Marketing de Negócios com um excelente professor. Marketing por si só já é interessantíssimo. Quando o professor ainda é ótimo e traz cases sensacionais, a aula me faz sair de casa às 19h numa noite chuvosa e com transito transtornado, para ir até o MBA e assistí-la.

+ Meu home-theater chegou!!! :) Agora finalmente terei mais vontade para assistir a filmes na televisão!!

Enfim. Tudo está legal! Tão legal que dá até medo do que vem pela frente.......... hehehe

Abraços!