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sexta-feira, 12 de junho de 2009
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Novo blog saindo do forno
Pessoal, o novo blog está saindo do forno. Está em fase de desenvolvimento.
Ficou lindão :D
O nome dele vai mudar também. Ficará bem mais "aderente" à proposta.
Agora estou nas mãos do programador :)
Aguardem...
Abraços!!
Ficou lindão :D
O nome dele vai mudar também. Ficará bem mais "aderente" à proposta.
Agora estou nas mãos do programador :)
Aguardem...
Abraços!!
quarta-feira, 11 de março de 2009
Excelente entrevista sobre RESILÊNCIA
Segundo o dicionário, a resiliência é definida como um processo da física que remete à elasticidade, poder de recuperação e resistência ao choque.
No entanto, aplicada ao RH, a ferramenta pode tornar-se uma arma em tempos de crise. Para saber mais sobre o tema, a entrevistada da semana é Cátia Venturella, psicóloga e coordenadora do MBA em Gestão de Pessoas na Unisinos. A profissional - que também é diretora da consultoria Ecovivencial - discute as melhores formas de identificar e desenvolver a competência. Confira.
O que é resiliência?
É uma característica de pessoas que reagem positivamente às mudanças do ambiente, interagindo como agentes das mesmas. A pessoa resiliente se coloca em sintonia com as coerências e incoerências dos mecanismos de mudança e se faz presente de forma propositiva.
De que forma a resiliência pode ser aplicada ao mundo corporativo?
Nas organizações, as pessoas resilientes não são aquelas que discordam, reclamam, resistem às mudanças propostas. Mas também não são aquelas que concordam com tudo que a organização altera ou propõe como diferente. Na verdade, resiliente é aquele que orienta-se pelos resultados a longo prazo, enxerga à frente. Esta característica contribui para que novos rumos sejam traçados e até permite que se corrija certos erros estratégicos em processos de mudança.
A resiliência pode ser desenvolvida? Como fazê-lo?
Claro que sim. Para desenvolver uma competência tão pessoal, é preciso investir em autoconhecimento. Conhecer a si mesmo, identificando seus pontos fortes, tornando visíveis seus pontos cegos e melhorando aspectos que estão enfraquecidos em nosso jeito de ser é o caminho para se tornar mais competente em termos de características pessoais e atitudes necessárias ao ambiente corporativo. Especificamente com a resiliência, é preciso desenvolver-se em cinco tópicos: positividade, foco, organização, pro ação e flexibilidade. Positividade ao enxergar os aspectos positivos do furacão emocional que envolve toda mudança importante. Foco para determinar seu curso de atuação. Organização para priorizar os passos a serem dados. Pro ação para tomar as rédeas das situações e ser efetivamente um agente das mudanças. E finalmente, flexibilidade para discernir o que se quer ou não mudar e conseguir lidar com as adversidades do processo.
Em tempos de crise, a resiliência torna-se mais importante no ambiente empresarial?
Não diria em tempos de crise, mas em tempos de mudanças aceleradas e significativas. A flexibilidade e a tranqüilidade que a pessoa resiliente apresenta, mesmo em meio ao eminente caos, tornam-se um diferencial no mercado de trabalho. Os próprios treinamentos proporcionados pelas organizações têm focado bastante esta característica, percebo isto pela minha experiência como consultora. Há cursos diretamente relacionados ao tema ou que contem o desenvolvimento desta competência em seu conteúdo programático, todos de caráter prioritariamente comportamental, vivencial.
O que caracteriza um profissional resiliente?
Nas organizações, é a pessoa que percebe o mundo como uma série de oportunidades, das quais se escolhe participar ou não. Sabe o que quer e gosta de desafios e imprevisibilidade. Vê a mudança como algo que pode ser difícil e adverso, ou agradável e simples, mas sempre aprende com ela. Principalmente, é um agente de mudanças.
Competitividade é sinônimo de resiliência?
Não é sinônimo propriamente dito, mas claro que ser resiliente aumenta a competitividade em relação ao mercado de trabalho, pois aceitação consciente e coerente frente a desafios são aspectos muito procurados pelas organizações.
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E aí? Isso pode ser considerado uma habilidade a ser desenvolvida por todos nós? Eu acho que sim.
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segunda-feira, 2 de março de 2009
Novo blog
Pessoal,
estou organizando uma nova versão do blog, mais colaborativa do que este. Por questões óbvias, o nome do blog também irá mudar. Estou vendo como manter o histórico de posts na nova versão, aparentemente é possível.
Então tenham a certeza de que o blog não morreu. Estou apenas trabalhando em cima da nova versão :)
Aguardem!
estou organizando uma nova versão do blog, mais colaborativa do que este. Por questões óbvias, o nome do blog também irá mudar. Estou vendo como manter o histórico de posts na nova versão, aparentemente é possível.
Então tenham a certeza de que o blog não morreu. Estou apenas trabalhando em cima da nova versão :)
Aguardem!
O gerente e a ansiedade
Muitos antropólogos costumam dizer que a ansiedade é a doença do futuro. Outros, mais realistas, afirmam que ela é a doença do presente.
Nós, profissionais de TI principalmente, passamos o dia sob estímulos de dados e informações. Temos que absorvê-los, compreendê-los, comunicá-los e geralmente tomar decisões. Quase sempre sob intensa pressão.
Isso gera ansiedade. Numas pessoas mais, noutras menos.
Ansiedade, na definição no Wikipédia é "uma característica biológica do ser humano, que antecede momentos de perigo real ou imaginário, marcada por sensações corporais desagradáveis, tais como uma sensação de vazio no estômago, coração batendo rápido, medo intenso, aperto no tórax, transpiração etc".
Quem nunca passou por essa sensação no trabalho? Se você respondeu que não, ou você está mentindo ou pior, não admite que possui mesmo que seja um grau tolerável. Algumas pessoas não sentem os efeitos no curto prazo, mas a somatização dessas angústias acabam aparecendo anos mais tarde com dores nas costas, hérnias, etc. E isso é sério.
Os gerentes e líderes são as principais vítimas deste mal, pelo simples fato de que estão no "recheio" do sanduíche organizacional. Sofre pressões do nível estratégico e do nível operacional. E precisa balancear ambos para que a empresa funcione corretamente. Não é fácil, como todos nós sabemos.
O primeiro passo para lidar e, por que não, lutar contra esse problema é encará-lo de frente. Ao assumir isso, você estará se conscientizando de que você não é imune a ele. E poderá dar o segundo passo, que é procurar entender como a ansiedade se manifesta em você. Dores no estômago? Intestino? Fígado? Costas? Cabeça? Coração? Sensação de pânico?
O terceiro passo é procurar ajuda. Muitas vezes teimamos em achar que "é só uma dorzinha passageira". E na verdade tudo é controlado pela nossa cabeça. Um psiquiatra, de preferência com especialidade na área, saberá receitar a você os medicamentos devidos. Pois sim, acredite, normalmente a ansiedade é uma questão química do nosso cérebro.
O quatro passo é procurar formas de contornar o problema. Apenas os remédios não irão resolver o problema. Você precisa se tornar forte para saber como evitar e como reagir quando o problema surgir. Saber qual o seu limite e não forçar a barra, dependendo do caso. Pessoas com ansiedade extrema, como a síndrome do pânico, podem trabalhar normalmente desde que saibam seus limites. O último passo é viver, apesar do problema, uma vez que você terá todo o apoio necessário para enfrentar a ansiedade.
Neste momento alguns leitores devem estar pensando: "Mas o que este post tem a ver?". Eu respondo: TUDO.
De nada adianta um gerente de projetos ou líder que seja um excelente técnico, mas que não tenha um equilibrio emocional ou que ao menos não esteja lutando para atingí-lo. De nada adianta você ler todo este blog e descobrir que não tem forças para encarar os desafios, pois no primeiro momento em que a bomba estourar, a sua ansiedade o deixará paralisado.
A ansiedade é um problema real e extremamente comum. Infelizmente ainda é um tabu em muitas empresas. As pessoas não comentam ou escondem. Tenha a certeza que pelo menos 70% das pessoas com as quais você trabalha, tem ansiedade num grau igual ou maior ao seu. Portanto, não deixe que isso afete a sua carreira. Conviva com a ansiedade.
E respondendo a sua pergunta (que com certeza deve estar se fazendo agora), SIM! Eu sofro de ansiedade. E estou procurando conviver com isso :)
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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Promoção do blog
Um blog como este pode criar uma promoção para agitar os gerentes de projetos?
Aguarde algumas semanas e você verá.
Aguarde algumas semanas e você verá.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Quantos lados tem uma empresa?
Responda rápido. Quantos lados tem a sua empresa?
Tempo.... quase lá... BOING!
E ai? Respondeu?
A não ser que você tenha sido óbvio ao responder "lado de fora e lado de dentro", você errou. Pois se você pensou e respondeu alguma outra coisa, você está cometendo um erro bastante comum no mundo das empresas: achar que existem lados!
Quantas vezes dentro da sua empresa, nas conversas de corredor, não escutou coisas como "aquele pessoal do comercial", "aqueles diretores" ou "aqueles programadores nefastos"? Sempre com ar pejorativo, como se fossem uma célula terrorista inimiga, pronta para arquitetar planos diabólicos contra o SEU lado.
Uma das coisas mais complexas de se mudar numa cultura de empresa, na minha opinião, é exatamente esse sentimento de que existem "lados" dentro do ambiente de trabalho. As decisões precisam ser transparentes para todos. As informações precisam iniciar numa ponta e chegar até o seu destino sem ser podada pelo AI-5. As pessoas precisam ter a noção de que seu trabalho, por mais simples que seja, está fazendo parte de um todo que é a engrenagem que move a empresa. E também que todas pessoas saibam se o cliente está ou não satisfeito com o trabalho.
Vejam, coisas simples, triviais até. E que contribuem bastante para acabar com as barreiras que formam os "lados". Porém, infelizmente nem todas as empresas agem dessa forma. Muitas por medo de que informações possam ser mal-interpretadas, outras por simplesmente acharem que tal informação não precisa chegar a todos. Portanto é lógico perceber que os lados começam a ser criados de cima pra baixo, normalmente.
E o que se pode fazer para mudar isso? Nós, como gerentes, podemos contribuir sim. Primeiramente deixando claro que nós não fazemos parte de nenhum lado. E não por estarmos em cima do muro, mas sim por sermos exatamente o meio de campo da empresa. Aqueles que são responsáveis por garantir que os patrocinadores, clientes e sócios estejam felizes e ao mesmo tempo que a equipe esteja feliz. Pois nós, mais do que ninguém, sabemos o prejuízo que se tem com essas subdivisões.
Buscar conscientizar as pessoas, seja numa conversa informal, seja com atitudes, irá contribuir bastante para começar a mudar isso. Mostrar que aquelas pessoas do comercial não são chatas porque nasceram assim: eles estão representando o cliente, dentro da empresa. Mostrar que os programadores não complicam acima do aceitável. Eles querem trabalhar de forma a garantir que o trabalho saia com qualidade. Que tal criar um breve workshop para que cada área apresente seu dia-a-dia? Ou quem sabe criar um vídeo mostrando o dia-a-dia de cada setor? Ou ser mais radical ainda, fazer uma espécie de "intercâmbio", colocando pessoas de áreas diferentes para trabalharem um dia em outro setor? São algumas sugestões que podem ser aplicadas. Mas existem dezenas de outras.
Se você, amigo gerente, percebeu já que a sua empresa é composta por lados, ajeite as mangas e comece hoje mesmo a mudar isso. Tenha a certeza que se você não for devidamente valorizado por isso, ao menos estará contribuindo para um ambiente de trabalho melhor.
Um grande abraço a todos!
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