sábado, 23 de fevereiro de 2008

A importância da desnibição

Na sexta-feira eu estava almoçando no shopping. Enquanto esperava a comida, na mesa logo na frente (há uns 10 metros) encontravam-se meus antigos chefes e um colega de trabalho. Trabalhei naquela empresa em 2004 e lá foi minha primeira experiência fora de uma empresa familiar ou negócio próprio.

Não fui muito bem, exatamente por faltar a maturidade em trabalhar em uma empresa de verdade. Mas aprendi muito! Muito mesmo. E muitas dessas coisas eu levei para a vida.

O fato é que senti uma vontade de ir conversar com eles. É legal manter contato com esse tipo de gente, pois são corretos e profissionais. Além disso, eram muito legais. Mas, a inibição pegou um pouco.

E daí quando não agimos impulsivamente, pensamos demais. "Será que vão lembrar de mim?", ou ainda "Será que não vou incomodar a conversa?". Isso acabou minando minha vontade e eu não fui conversar. Perdi uma oportunidade de networking.

Aí começo a pensar: se eu realmente pretendo investir em networking (e sabemos que no mercado de trabalho isso é importantíssimo) preciso trabalhar melhor a desnibição. Parar de pensar 50x antes de agir. Ser um tanto mais impulsivo, na medida certa.

Então tomei a decisão que irei procurar alguma forma de trabalhar isso. Para evitar que fatos como esse se repitam.

E você, leitor? Se sentiria inibido ao encontrar antigos chefes? Ou iria conversar sem problema nenhum? Comente aí :)

Abraços

Um comentário:

Fuchs disse...

Flavio

Eu já fui muito mais timido do que sou hoje - ainda sou. Mas comecei aos poucos a me dar conta que isso nao me ajuda em nada, ao contrario, só me encomodava. Cada vez que tinha que falar com alguem que nao era amigo intimo, ficava com receios como os seus relatados neste post.
Comecei a tomar coragem e mandar a timidez longe. No inicio foi muito dificil, eu sofria com aquilo, mas aos poucos eu fui vendo como é bom conseguir superar a timidez.
Ainda tenho muito medo de errar, me arrepender, mas o tempo tem me mostrado que nao vou me arrepender de ter feito errado, mas sim de nao ter tentado.
Depois dessa minha decisão, até meu futebol melhorou - deixei de ter medo de dar um passe ou partir para cima de um defensor.